sábado, 27 de outubro de 2007

O TEMPLO DO UNIVERSO

Olá gente! Estava sentindo falta de entrar nesta janela, mas é que estive entre doente e muito assoberbado, que não me sobrou tempo para esse momento mais prazeroso de jogar conversa fora e falar umas tantas coisas que, às vezes, dá o que pensar.

Por exemplo, as minhas duas últimas postagens trataram do sétimo dia, inteligentemente preparado para o descanso no culto a DEUS. Ótimo! Mas vocês não sabem que essa pausa sistemática e metódica eu não tenho cumprido, não por desobediência ou falta de entendimento de sua importância, mas por não ter ainda conseguido realizar essa cadência melódica no viver da minha vida, conduzido pela necessidade de estar desenvolvendo sempre algo de novo...

Confesso-me culpado até certo ponto... Entretanto, tudo quanto faço, em todas os horários e em todos os dias, procuro fazer com amor e estar sempre em sintonia com o Poder maior da criação, como agora que escrevo essas linhas.

O meu culto a DEUS, eu consigo praticar sempre, todos os dias, melhor do que em qualquer outro lugar, quando me encontro só, em lugar isolado e em meio a uma natureza pródiga. São nesses momentos que consigo sentir a presença do DEUS Uno.

Tenho, nesses momentos, tido experiências intransferíveis, porquanto singulares. Palavras não servem para conceituá-las. Experiências de alguns serão sempre diferentes das de outros. Fica difícil, até para mim mesmo, atender o desejo pretendido pela minha mente, de compreendê-las e guardá-las pela racionalização. Elas transcendem os limites da compreensão humana.

A natureza é tudo para mim. É a minha grande mãe protetora e benfazeja. A minha melhor conselheira, professora e amiga; minha médica, meu remédio, meu hospital e minha clínica. Meu Templo de Oração que me serve de Caminho para o encontro com DEUS.

É bom lembrar a máxima de um Filósofo Espírita do Século XIX, Léon Denis: Tendes tu, por Templo, o Universo, por Altar, a Consciência, por Imagem, DEUS, por Lei, a Caridade.


É nesse Templo da Natureza onde me sinto e me vejo melhor.

Bem, eu não sei mais o que dizer... Talvez seja melhor você falar e eu me calar para lhe ouvir.


Tchau... Tchau... É a sua vez...

Um comentário:

J. Cantídio disse...

Caríssimo escritor RAMEZONI, excelente seu artigo sobre “O FRUTO DA ARVORE DA CIÊNCIA DO BEM E DO MAL”, aonde, no próprio título já cita e enfatiza a palavra “CIÊNCIA”, pois, não sendo o homem DEUS, a causa primaria de todas as coisas, recebia constantemente e gratuitamente no Éden a LUZ DIVINA, contendo nela o DNA do CRIADOR.
Por receber esse DNA, recebeu contido no mesmo os caracteres da criação e doação, através da sua assimilação, percebeu o homem que, recebia constantemente a LUZ DIVINA sem nenhum mérito, então sentiu vergonha de somente receber, sem possuir o mérito de também criar para doar (sentimento intitulado como O PÃO DA VERGONHA), sentimento esse que o impeliu a romper com a recepção da LUZ DIVINA, tornando-o criador através da CIÊNCIA e doador dos frutos de sua criação, que evidentemente é, mais do mal do que do bem.

João Cantídio de Oliveira Neto.
16-01-2008.